NOMEDA
NOMEDA nasce da paixão de uma enóloga e bióloga que escolheu o Douro Superior para criar vinhos de excelência, unindo tradição, sustentabilidade e identidade territorial.
Integrou o projeto de Susana Esteban no Alentejo antes de passar por regiões como a Borgonha, Austrália, Nova Zelândia e Estados Unidos, experiências que ajudaram a construir a sua visão enquanto enóloga.
Quando regressou a Portugal apaixonou-se pela região da Mêda, no Douro Superior. Cativada pela sua beleza agreste, pelos solos de transição de xisto para granito, e pela hospitalidade das suas pessoas, decidiu ficar para criar os seus próprios vinhos e dar vida à sua visão.
Assim nasceu a NOMEDA – um projeto que reflete tanto o seu espírito nómada como o desejo de criar raízes neste território único, produzindo vinhos que expressam autenticidade, identidade e um profundo sentido de lugar.
Quando não está na vinha ou na adega, Ana veste o chapéu de investigadora. Dedica-se a estudar como melhorar o desempenho sustentável no sector vitivinícola, ajudando produtores a adotar práticas mais eficientes, regenerativas e mensuráveis.
Hoje, Ana Trigo cria vinhos que captam a verdadeira essência das terras altas do Douro Superior – vinhos elegantes, honestos e profundamente ligados à terra. Guiada pelos princípios de mínima intervenção e produção sustentável, a sua missão é contar, em cada garrafa, a história do lugar, das pessoas e da sua paixão pelo mundo do vinho.
O Terroir
A Quinta de Vale Pereiro localiza-se em Vale Pereiro, uma aldeia quase despovoada de Longroiva, no concelho da Mêda, marcada por vales xistosos e colinas graníticas. É neste cenário singular, no coração do Douro Superior, que se encontra a casa da NOMEDA.
A Ana trabalha também com pequenos viticultores locais, privilegiando relações de proximidade e preços justos, promovendo uma cadeia ética que fortalece a economia local e ajuda a preservar tradições.
Os vinhos NOMEDA são edições limitadas, monovarietais e produzidos com mínima intervenção. Vinhos de terroir assentes em princípios de sustentabilidade, da vinha à garrafa.
No Douro Superior, o clima seco, a altitude e a baixa pluviosidade criam condições excecionais para a viticultura, reduzindo a pressão de pragas e doenças e favorecendo práticas agrícolas inspiradas na agroecologia.
Na Quinta de Vale Pereiro, foi recuperada uma vinha abandonada, hoje transformada numa plataforma de viticultura regenerativa, com controlo biológico, cobertura vegetal, ausência de mobilização do solo e sem qualquer intervenção química.
O controlo rigoroso da maturação garante que as uvas sejam colhidas no momento ideal, assegurando o equilíbrio entre açúcares, acidez e compostos fenólicos.
Para além da vinha, a Quinta de Vale Pereiro integra também olival e amendoal, culturas geridas segundo princípios de agricultura regenerativa, promovendo a saúde do solo e reforçando o equilíbrio ecológico da exploração.

